26/04/2019
Bióloga cria substrato para telhado verde com bagaço de cana e fibra de coco

Bióloga cria substrato para telhado verde com bagaço de cana e fibra de coco

Um projeto de mestrado desenvolvido na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP criou dois substratos para telhados verdes: o primeiro à base de bagaço de cana-de-açúcar, e o segundo com fibras de coco verde. A pesquisa apresentou resultados sempre iguais ou superiores aos do substrato controle utilizado e gerou uma patente para a Agência USP de Inovação […]
16/04/2019
Baleia morre após engolir 80 sacolas plásticas em alto-mar

Baleia morre após engolir 80 sacolas plásticas em alto-mar

Uma, duas, três, quatro… OITENTA! Mais um animal marinho foi vítima do descaso do bicho homem após ingerir OITENTA (!) sacolas plásticas em alto-mar. A baleia foi encontrada em estado bastante debilitado por autoridades do Ministério da Marinha tailandês, que a encaminharam para cuidados veterinários. Durante o atendimento, o animal chegou a vomitar algumas sacolas plásticas, mas não resistiu. Mais […]
16/04/2019
Paletes biodegradáveis feitos de coco reciclado salvam mais de 200 milhões de árvores por ano

Paletes biodegradáveis feitos de coco reciclado salvam mais de 200 milhões de árvores por ano

Os coqueiros são essenciais para a manutenção da vida na Índia peninsular. A população local utiliza-o para quase tudo – seja na confecção de utensílios às invenções culinárias. Porém, apesar de ser imprescindível para essas comunidades, a matéria-prima dos coqueiros também gera uma grande quantidade de resíduos (conchas, cascas etc.) que acabam nas ruas ou no ar, graças à queima […]
16/04/2019
Com 40 kg de plástico na barriga, baleia é encontrada morta

Com 40 kg de plástico na barriga, baleia é encontrada morta

18 Sacolas plásticas, 14 sacos de arroz, 8 utilizados em plantações de bananas, 8 sacolas de lixo entre outros foram encontrados da barriga de uma baleia encontrada morta na costa das Filipinas. Segundo o biólogo que fez a autópsia, Darrel Blatchley, o motivo do óbito foi a desidratação e fome. No total, a quantidade de plástico retirado do corpo da […]
12/04/2019
Curitiba libera cultivo de hortas nas calçadas e vai regulamentar a prática

Curitiba libera cultivo de hortas nas calçadas e vai regulamentar a prática

A Prefeitura de Curitiba abraçou formalmente a iniciativa do cultivo de hortas nas calçadas da cidade, e pretende regulamentar a prática ainda na atual gestão (2017-2021). Rafael Greca, prefeito da capital paranaense, recebeu os responsáveis pela horta comunitária do bairro Cristo Rei e no bairro Hugo Lange. Curiosamente, eles haviam sido denunciados por moradores destes bairros por “cultivarem hortaliças em […]

lguém se lembra do drops Dulcora? Aquele com a embalagem laminada toda colorida, com balas quadradas verdes, amarelas, azuis, vermelhas, embaladas uma a uma. E a cartilha Caminho Suave, escrita pela educadora Branca Alves de Lima, lançada em 1948 e que, no decorrer de meio século, ensinou 40 milhões de brasileiros a ler e escrever? Tem ainda o índio Caramuru, que embalava as caixas de biribas, estrelinhas, rojões e fogos de artifício da tradicional fábrica de fogos de artifício fundada em 1915, em Jacareí (SP).

Quem não se lembra, mas já ouviu falar, vai viajar no tempo ao visitar a mostra Papéis Efêmeros, Memórias Gráficas do Cotidiano, no pátio de exposições do Sesc Ipiranga, em São Paulo. São mais de 500 rótulos e embalagens que pertencem ao acervo do Museu Paulista da USP, o conhecido Museu do Ipiranga, que, embora fechado para reforma e restauração até 2022, vem desenvolvendo exposições e atividades educativas em diversos espaços da cidade.

A clássica didática da alfabetização através da memória gráfica é mostrada na exposição – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

A curadoria é da professora Solange Ferraz de Lima, diretora do Museu Paulista, e do professor Chico Homem de Mello, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. “São peças gráficas que apresentam hábitos e costumes dos brasileiros entre os séculos 19 e 20”, explica Solange. “A palavra ‘efêmero’ é um termo de origem grega e significa coisas para durar um dia ou pouco tempo. Papéis efêmeros cumprem um papel importante, de comunicar, de informar, de emocionar, seduzir para o consumo.”

Não dá para imaginar um mundo sem rótulos.”

A mostra vem atraindo um público diversificado. Há os designers, publicitários, arquitetos, educadores, artistas, profissionais, pesquisadores e estudantes. Mas o interessante é a visita de pessoas atraídas pelas recordações e, especialmente, a curiosidade que desperta entre as crianças. “São muitas as funções lúdicas, os ritos de passagem que a mostra destaca”, observa Solange. “O que as peças têm em comum são o fato de o design, muitas vezes, não ser assinado e o uso de técnicas que já desapareceram, como a litografia e a tipografia, além de essas peças lidarem com vários sentidos efêmeros, permitindo uma reflexão sobre o tempo.”

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A cartilha Caminho Suave: meio século de alfabetização – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

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A maior parte do acervo vem da Coleção Egydio Colombo, que foi doada para o Museu Paulista em 2003. Na exposição, há um vídeo com o depoimento do arquiteto Egydio Colombo Filho, formado pela FAU, contando como começou a sua coleção de rótulos, embalagens e etiquetas. Um documentário sobre o fascínio com que os rótulos, os desenhos e as fotografias vão integrando o imaginário de diversas gerações. “Foi um alívio muito grande quando doei o acervo ao Museu do Ipiranga, um lugar especial na minha memória. Fiquei muito, muito feliz por estar dividindo esse legado”, observou. “Não dá para imaginar um mundo sem rótulos.”

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O drops Dulcora, com balas coloridas embaladas uma a uma, faz parte do imaginário popular – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

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Para a exposição Papéis Efêmeros: Memórias Gráficas do Cotidiano, o curador Chico Homem de Mello selecionou papéis de balas, santinhos católicos, rótulos de aguardentes, caixas de fósforos e embalagens de maços de cigarros, entre outros itens. “Nós fomos reunindo o material completado por coleções particulares. E, dessa forma, expandimos o sentido de efêmero”, explica o professor. “Além dos itens de descarte rápido, estamos trazendo mídias que desapareceram, como as partituras com capas ilustradas utilizadas em saraus ocorridos entre as décadas de 1910 e 1930, assim como catálogos de moda do Mappin e cadernos de caligrafia.”

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A exposição Papéis Efêmeros apresenta 500 rótulos e embalagens que pertencem ao acervo do Museu Paulista da USP – Foto: Cecília Bastos /USP Imagens

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A exposição ocupa uma área externa do prédio do Sesc Ipiranga, muito bem organizada, que permite ao visitante observar a coleção por temas. Os itens foram agrupados nos seguintes eixos: Consumo, Educação e Cultura. Há também dois eixos transversais: Técnicas de Impressão e Design. O público poderá refletir sobre a passagem do tempo, cada vez mais célere. Interessante ver, por exemplo, o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa em uma das vitrines. Consultar e folhear o livro amarelo impresso em fins de 1975 já é uma ação do passado.

A exposição Papéis Efêmeros: Memórias Gráficas do Cotidiano fica em cartaz até 26 de agosto, de terça a sexta-feira, das 9h às 21h30, aos sábados, das 10h às 21h30, domingos e feriados, das 10h às 18h30, no Sesc Ipiranga (Rua Bom Pastor, 822, Ipiranga, em São Paulo). Entrada grátis. Mais informações podem ser obtidas no site do sesc.

Fonte: Jornal da USP

06/07/2018

Museu Paulista e Sesc Ipiranga apresentam “Papéis Efêmeros”

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19/06/2018

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Após longas negociações entre a Comissão Europeia, eurodeputados e países-membros, a União Europeia (UE) concordou nesta quinta-feira (14/06) em aumentar sua meta de consumo de energias renováveis, como eólica e solar, para 32% até 2030, em vez dos 27% previstos anteriormente. “Temos um acordo!”, anunciou Miguel Arias Cañete, comissário europeu para energia e ações climáticas, em mensagem no Twitter. “Foi uma […]
19/06/2018

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19/06/2018

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