16/12/2019

Empresas unem-se para a reciclagem de fios e cabos elétricos

Fragmaq e MG Recycling, que desenvolvem soluções para reciclagem, iniciam parceria para a recuperação de cobre e alumínio de cabos elétricos e outros resíduos. A tradicional empresa brasileira Fragmaq, reconhecida pela qualidade e confiabilidade de seus produtos, e a italiana MG Recycling, especialista em máquinas para reciclagem de fios e cabos, firmaram uma parceria no último mês que resultará em […]
16/12/2019

Um jovem inovador dos Camarões está limpando a poluição em sua cidade, transformando garrafas de plástico em barcos

Ismaël Essome Ebone foi inspirado pela primeira vez a construir seus “EcoBoats” como estudante em 2011. Ele havia acabado de se abrigar de uma tempestade que soprava em seu bairro quando viu várias garrafas de plástico flutuando em algumas águas da enchente. Ele então construiu um barco a partir de garrafas de plástico coletadas em torno da cidade e esperou […]
11/12/2019

Chilenos criam sacolas que se dissolvem na água

Com uma pequena mudança na fórmula da sacola plástica original, um grupo de pesquisadores do Chile conseguiu desenvolver um produto, reutilizável, que se dissolve na água. A dupla de pesquisadores Roberto Astete e Cristian Olivares, estava pesquisando formas de desenvolver um detergente biodegradável, quando acabou encontrando uma fórmula que permite criar sacolas como as de plástico, mas que se dissolvem […]
11/12/2019

Caminhões vão usar biogás do lixo que coletam no Canadá

Todos os caminhões de lixo de Toronto, no Canadá, vão ser movidos pelo biogás produzido a partir do próprio lixo que eles coletam. Toronto deve ser uma das primeiras cidades da América do Norte a lançar essa iniciativa, graças à recém-construída instalação de gerenciamento de resíduos sólidos da Dufferin. A partir de março de 2020, a frota de caminhões de […]
11/12/2019

Bioplástico de seda de aranhas e madeira vira alternativa ao plástico comum

Pesquisadores da Universidade Aalto e do Centro de Pesquisas Tecnológicas VTT, ambos situados na Finlândia, estão trabalhando no desenvolvimento de uma alterativa para, no futuro, substituir os plásticos produzidos a partir do petróleo ou carbono. Trata-se de um novo material feito de uma mistura de seda de aranhas e fibras de madeira que, além de ser extensível e tão ou mais forte […]

A exploração minerária na Região Metropolitana de Belo Horizonte e os impactos da atividade no abastecimento de água na Região Metropolitana de Belo Horizonte foram discutidos numa audiência pública realizada nesta quarta-feira (22), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

A audiência contou com a presença de ambientalistas e moradores de áreas afetadas pelos empreendimentos. Eles questionam o controle e a fiscalização de medidas para frear a degradação do meio ambiente nos Parques Estaduais da Serra do Rola-Moça e da Baleia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

Para os especialistas, no Parque Estadual da Baleia, a ameaça seria a Mina Corumi, no bairro Cidade Jardim Taquaril, na Região Leste de BH. Em junho deste ano, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) suspendeu a exploração na área  após a mineradora ter descumprido um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2017, que previu ações de recuperação da área degradada pelas atividades.

No caso do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, a preocupação é com a possível reativação de duas minas vizinhas à área de preservação. Uma delas está embargada pelo Ministério Público desde 2009, por causa de problemas com o licenciamento ambiental.

Outro ponto de conflito é a Mina de Casa Branca, que fica ao lado do Mirante dos Veados, no município de Brumadinho, na Grande BH, que também teve as atividades suspensas em 2001, em razão da falta de compensação de danos ambientais.

E a preocupação tem fundamento. Júlio César Grilo, representante do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que esteve presente na audiência, disse que não existe nem mesmo um balanço hídrico dos mananciais de abastecimento nessas regiões.
A situação foi confirmada pela representante da Copasa. “o uso da água subterrânea dos aquíferos do Quadrilátero Ferrífero, região onde estão concentrados esses empreendimentos, não é bem conhecido”, disse Silvana Mônica Vaz.

Ela informou também que a companhia está fazendo um estudo sobre os impactos desses empreendimentos para embasar futuras decisões do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam), sobre o licenciamento das três mineradoras.

Arthur Nicolato é médico, professor e morador do Bairro Cidade Jardim Taquaril e acredita que os planos de recuperação ambiental das empresas não são colocados em prática. “A legislação é muito permissiva ao abrir brechas como o licenciamento corretivo, artimanha para colocar a mineração goela abaixo da sociedade”, desabafou.

Fonte: Hoje em Dia

 

 

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24/08/2018

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24/08/2018

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