22/05/2018

Arte e reciclagem para diminuir lixo nos oceanos, sugere engenheiro

O mundo está em alerta ambiental e a questão do lixo nos oceanos é pauta constante nas discussões de órgãos mundiais como a ONU e a UNESCO, que procuram reconhecer projetos que apresentam soluções para a questão, como o “Lixo Limpo” do engenheiro colombiano Maurício Mayorga, que propõe limpar os oceanos transformando o lixo em arte através da reciclagem. Ele […]
22/05/2018

Gata dá flores rosa do jardim dos seus donos para os vizinhos

Há quem diga que os são frios, insensíveis e coisas do tipo. Duvido que continuarão pensado assim depois que conhecerem a gatinha Willow, famosa por entregar flores rosa para seus vizinhos. Willow colhe as flores do jardim dos seus tutores e entrega aos vizinhos na porta de suas casas. A vizinha da gata, Rosie, recebe flores desde o início da primavera. Muitos vizinhos nem desconfiam […]
22/05/2018

Seis lixões são encerrados e Alagoas chega a 97 vazadouros fechados

Desde a sexta-feira (18) que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) acompanha o encerramento dos lixões nas cidades da região Norte. Os resíduos gerados pela população serão encaminhados para Central de Tratamento Metropolitana em Pilar. Segundo os dados repassados pelas centrais de tratamento à Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Alagoas conta com 97 […]
22/05/2018

Dinamarquês usa 4 sacos plásticos por ano. Americano usa 1 por dia

Constantemente, chego ao supermercado e me encontro despreparada sem uma sacola retornável de casa. Minha irritação me atinge em dois níveis: gastar dinheiro em mais duas sacolas plásticas, enquanto já tenho inúmeras delas jogadas em um armário em casa, e desperdiçar todo esse plástico, acrescentando um peso desnecessário ao meu impacto ambiental no planeta devido à minha falta de planejamento, e não […]
14/05/2018

Saiba quais materiais vão para a reciclagem e como separar o lixo reciclável

Separar o lixo reciclável é um hábito estimulado constantemente por meio de campanhas. Mas como e por que separar o lixo para a coleta seletiva? A resposta é simples: além de reduzir o impacto no meio ambiente, a reciclagem diminui as retiradas de matéria-prima da natureza, gera economia de água e energia. Como a preservação do meio ambiente começa com pequenas atitudes diárias, UM®, […]

Fonte: Agência FAPESP

Maria Fernanda Ziegler  |  Agência FAPESP – “Precisamos de engenheiros trabalhando em questões referentes ao desenvolvimento sustentável, pois são problemas sistêmicos que precisam de um novo desenho para serem superados”, disse o economista norte-americano Jeffrey Sachs, em palestra realizada no dia 17 de novembro, no auditório da FAPESP.

Para o renomado professor da Columbia University, no caminho do desenvolvimento sustentável, o mundo também precisa de cinco grandes transformações e é só com o auxílio de universidades e de centros de pesquisa que elas poderão se tornar realidade.

As cinco grandes transformações são: descarbonização da energia; uso sustentável do solo; desenvolvimento de cidades sustentáveis; instituição de serviços públicos de qualidade (saúde e educação); e a criação de institutos de pesquisa que auxiliem nessa transformação geral da sociedade.

“Sem a ciência, não saberíamos o que está acontecendo conosco. Mas é preciso fazer uma distinção entre ciência básica e ciência aplicada. Por isso, precisamos de engenheiros. São eles que desenvolvem coisas, sejam tecnologias, ferramentas, softwares, hardwares, ideias ou máquinas. Parte do que precisamos agora são engenheiros que possam desenhar um novo sistema de baixo carbono, de energia, de água”, disse.

“Precisamos ter uma visão dos desafios do desenvolvimento sustentável não só como atividade que mereça o tratamento de mercado, mas também como atividade de bem público, que precisa de governos, da filantropia e que imponha taxas maiores a empresas e pessoas ricas, para que seja possível pagar pela agricultura sustentável ou pelos sistemas de energia sustentável, por exemplo”, disse.

As universidades seriam os locais ideais para que essas transformações se tornem realidade. “Elas são ótimos lugares para fazer esse progresso. O problema é que geralmente as universidades não são organizadas por problemas sociais, mas por disciplinas. Isso é bom, pois parte do sucesso das universidades se baseia nessa divisão, mas também é preciso que pessoas de diferentes áreas trabalhem juntas em equipes multidisciplinares”, disse.

Sachs destaca que as universidades precisam pensar em novas formas de envolver os estudantes não apenas em aulas ou disciplinas, mas na solução de problemas de alto nível. “Recomendo, ainda, que uma cidade como São Paulo se aproxime de suas universidades e diga: ‘Olha, precisamos alcançar as metas de desenvolvimento sustentável, que tipo de sistema de transporte, de energia, de uso do solo podemos desenhar? Como resolver a desigualdade entre os bairros?’. E, a partir desse diálogo, fazerem planos”, disse.

Sachs está à frente de discussões sobre liderança em desenvolvimento sustentável há décadas, sendo considerado, inclusive, uma das forças motrizes por trás da criação dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, plano que antecedeu os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (SDGs). “Tínhamos cerca de 300 objetivos que concentramos em 17”, disse.

Além de autor de grandes sucessos editoriais – como O fim da pobreza, publicado em 2005, e A era do desenvolvimento sustentável (2015) –, Sachs tem atuado como assessor especial dos três últimos secretários-gerais da Organização das Nações Unidas (ONU): Kofi Annan, Ban Ki-Moon e o atual António Guterres.

Sachs alerta que o mundo corre o risco da irreversibilidade. “Um exemplo é que estamos perdendo muitas espécies, que não vão voltar como fizeram em Jurassic Park”, disse.

Para ele, dos três pilares que sustentam o desenvolvimento sustentável –econômico, social e ambiental – o ambiental é o mais difícil de ser resolvido. “Porque ele é irreversível e não temos como atingir os outros dois pilares sem ele”, disse.

Gilberto Câmara, membro da coordenação do Programa FAPESP de Pesquisa em Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG), comentou que a palestra de Sachs na FAPESP é mais um sinal de um momento importante na história da Fundação.

“O fato de Sachs aceitar o convite para vir aqui e falar ao público de São Paulo, depois de termos conversado na COP em Paris, é marcante e demonstra a importância das atividades da FAPESP e da preocupação em financiar iniciativas para o desenvolvimento sustentável”, disse.

 

srzz

 

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21/11/2017

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