01/05/2018

Por que a China cria 6 bilhões de baratas por ano em uma fazenda tecnológica

Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionAs baratas são criadas em uma fazenda operada por uma indústria farmacêutica As baratas podem ser insetos desagradáveis para muitas pessoas, mas, para a indústria chinesa, são uma oportunidade de negócio, devido às suas supostas propriedades medicinais. Já faz tempo que as baratas são criadas para consumo humano em alguns países – na China e em […]
01/05/2018

Corais da Amazônia são destaque no Futurando

Nesta edição do Futurando você embarca com a gente no navio Esperanza, do Greenpeace, para acompanhar uma missão científica. Viajamos pela costa do Amapá, onde o rio Amazonas encontra o Atlântico para pesquisar corais. Eles foram localizados em uma área que pode, a qualquer momento, ser liberada para a exploração de petróleo. Os corais, aliás, são típicos de águas mais rasas […]
01/05/2018

Cão abandonado por ser ‘feio’ é adotado e tem mudança de comportamento inacreditável

Beaux Tox é um Labrador Retriever que nasceu com uma deformidade facial e viveu uma vida de constante rejeição e negligência, até encontrar Jamie Hulit, sua alma gêmea. Beaux nasceu com características únicas, resultado de ter sido esmagado no ventre de sua mãe quando ela estava grávida de mais seis filhotes. “Ele simplesmente foi empurrado para fora do caminho e formou como […]
16/04/2018

Chapada dos Veadeiros – antes e depois do maior incêndio de sua história

Brigadistas caminham em área queimada pelo fogo. Em relatório obtido pela National Geographic, o ICMBio aponta algumas características que indicam que o incêndio foi criminoso e resultado de ameaças feitas por fazendeiros durante as consultas públicas que visavam a ampliação do parque em 2015. FOTO DE VICTOR MORIYAMA Em outubro de 2017, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, […]
12/04/2018

200 vagas para inscrição de Escolas Municipais SP no Projeto Horta Pedagógica. Até 16/04/18!!!

200 vagas para inscrição de Escolas Municipais SP no Projeto Horta Pedagógica. Inscrições até 16/04, meio-dia. Em uma iniciativa da Secretaria Municipal de Educação, do município de São Paulo, Fundação Banco do Brasil e APGAM (Associação Paulista dos Gestores Ambientais), estão abertas as inscrições para participar do projeto HORTAS PEDAGÓGICAS: MAIS UM ESPAÇO PARA A APRENDIZAGEM. Serão selecionadas 200 escolas públicas […]

Fonte: Envolverde

por Reinaldo Canto, colunista e conselheiro da Envolverde – 

Crescimento da presença das eólicas no Nordeste e investimentos em renováveis no mundo são exemplos do roteiro do futuro energético

Motivos para otimismo faltam e muito! O planeta e sua população humana têm passado por inúmeros problemas causados ou amplificados pelas mudanças climáticas, já não bastassem os decorrentes da geopolítica suficientes para causar enormes desequilíbrios (vide os mais recentes: Yemen, Mianmar, Síria, etc, etc, etc).

Mesmo sendo difícil enxergar coisas positivas, uma que vem se destacando é o crescimento das energias limpas e renováveis no Brasil e no Mundo com grande destaque para a Geração Eólica em substituição às fontes fósseis (petróleo, carvão e gás natural).

E, isso não é conversa de ambientalista. Vamos aos fatos.

Em evento paralelo à realização da Conferência do Clima na Alemanha (COP 23), um estudo da Universidade de Tecnologia Lappeenranta (LUT), em parceria com o Grupo Energy Watch (EWG), concluiu que uma transição global para o consumo de eletricidade 100% renovável já não é mais uma realidade de longo prazo, mas algo bem mais próximo no tempo.

Segundo esse levantamento, os investimentos que estão sendo feitos, o potencial energético e as tecnologias disponíveis serão capazes de gerar toda a energia necessária para o consumo planetário quem sabe até antes mesmo de 2050.

“Uma descarbonização total do sistema elétrico até 2050 é possível a um custo o menor do sistema do que hoje com base na tecnologia disponível. A transição energética não é mais uma questão de viabilidade técnica ou econômica, mas de vontade política “, segundo explicou Christian Breyer, principal autor do estudo, professor de Economia Solar na LUT e Presidente do Conselho Científico do EWG.

Essa transição para fontes renováveis, além de capazes de zerar as emissões de gases de efeito estufa do setor elétrico, ainda poderão criar 36 milhões de empregos até 2050, cerca de 17 milhões de empregos a mais dos que os hoje existentes.

Também não é preciso buscar na Conferência Climática os movimentos dessa profunda transformação no consumo energético. Temos aqui mesmo uma realidade cada vez mais próxima de nós brasileiros. Basta dar um pulo em alguns Estados Nordestinos para presenciar uma verdadeira revolução.

Complexo Eólico São Miguel do Gostoso

Recentemente este colunista pode conferir in loco na cidade de São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, um exemplo do que vem acontecendo com cada vez maior frequência. Foi a inauguração de um parque eólico com potencial energético para produzir 108 MW. O projeto foi desenvolvido pela francesa Voltalia em parceria com a Copel, empresa de energia do Paraná. São ao todo 36 aerogeradores instalados em torres de 120 metros de altura. O investimento foi da ordem de R$ 500 milhões.

Não foi à toa que os franceses e os paranaenses decidiram instalar esse parque no Rio Grande do Norte. Os ventos ali são excelentes para a geração de energia o que faz do estado, o maior produtor de energia eólica do Brasil. Ali já são gerados 1.227 MW (megawatts) em média em 2017 o que representa um aumento de 25,6% em relação ao ano passado.

A Voltalia tem negócios em 16 países e no Brasil está presente desde 2006 com cinco complexos eólicos todos eles localizados no Nordeste.

“Dez anos atrás começamos a ver terras para montar o parque e na época pouco se falava no potencial eólico do Brasil”, contou o diretor-geral da Voltalia no Brasil, Robert Klein. E não será de estranhar se a empresa decidir por novos projetos na região já que existe o potencial e a necessidade, o que no ditado popular é traduzido como: “a fome com a vontade de comer”.

Principal fonte energética do Nordeste brasileiro

Em recente matéria publicada pelo jornal Correio Braziliense, de autoria da repórter Simone Kafruni, desde abril deste ano a força eólica no Nordeste se fez presente como nunca. Segundo dados levantados pela jornalista junto ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a geração de energia a partir dos ventos tem sido a principal fonte de abastecimento elétrico da região quebrando recordes sucessivos.

Em outubro, ela chegou a superar sozinha todas as outras fontes somadas com 52,6% do total na região Nordeste. A evolução constante nos índices de produção somada à dramática redução nos níveis dos reservatórios que abastecem as usinas hidrelétricas foram as principais razões para se alcançar esse resultado.

Ainda segundo a reportagem, em uma década a geração eólica cresceu vertiginosos 1.772%, passando de 935,4MW para 12.966MW.

A paisagem do Nordeste tem se alterado com esses imensos cataventos que, no meu entender, contribuem para dar um toque especial ao já belíssimo litoral da região. De certa maneira eles também contribuem para quebrar paradigmas quanto ao que representam essas não tão novas formas de gerar energia e apontar os caminhos para um futuro que já chegou.

Ao lado da Solar, outra fonte limpa, renovável e abundante em nosso país (também em crescimento constante, mas ainda à espera de seus dias de glória), teremos um novo momento e uma nova realidade sem a necessidade de queimarmos combustíveis fósseis e destruir o meio ambiente para a construção de novas usinas hidrelétricas na Amazônia.

Pessimismos à parte é possível acreditar em caminhos mais promissores! (Envolverde)

*Reinaldo Canto é conselheiro do Instituto Envolverde e colunista da Revista Digital Envolverde

 

srzz

 

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16/11/2017

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14/11/2017

Sou Resíduo Zero é destaque no Prêmio FIESP de Mérito Ambiental

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13/11/2017

‘Somos os piores do time, com ineficiências que penalizam toda a sociedade e o meio ambiente’, diz especialista em eficiência energética

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10/11/2017

No Café Reparo você conserta coisas quebradas ao invés de jogar fora

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