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Fonte: R7

Cerca de 12 mil toneladas de resíduos secos são reciclados na capital paulista todos os dias, o que corresponde a 4% do lixo total da cidade. Segundo a Prefeitura de São Paulo, o número poderia ser maior se as pessoas criassem o hábito de separar os resíduos para reciclagem. Porém, muitas vezes, isso não é feito justamente porque os moradores não sabem como proceder na hora de descartar os materiais.

Você sabia, por exemplo, que pode reciclar escovas de dente? E clips? Para esclarecer às dúvidas mais frequentes sobre reciclagem, André Vilhena, presidente da Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), e Jetro Menezes, professor e gestor ambiental com especialização em saneamento ambiental, foram entrevistados.

O que pode ser reciclado?

Jornais, revistas, cadernos, livros, papel de seda, caixas de papelão, cartolinas, papel kraft, caixas tipo longa vida, potes, tampas, garrafas PET, embalagens de produto de limpeza, baldes e utensílios de cozinha, latas e objetos de alumínio, cobre, chumbo e bronze, fios, tampinhas, garrafas de vidro, copos de vidro, pratos, entre outros objetos que você tem dentro de casa.

Quais materiais mais “inusitados” podem ser reciclados?

Canetas sem carga, escovas de dente, sacos e sacolas, embalagens de marmitex, arames, chapas, canos, grampos e clips são alguns exemplos.

Pode reciclar isopor?

Os dois especialistas garantem que é possível reciclar alguns tipos de isopor.

Dá para reciclar papel higiênico e guardanapo?

Não. Vilhena explica que, por serem muito gordurosos, estes papéis perdem valor no mercado.

É possível reciclar materiais eletrônicos?

Sim. Resíduos como pilha, bateria de celular, lâmpadas e aparelho eletroeletrônicos têm de ser levados em empresas que reciclem lixo eletrônico. As pessoas podem deixar este tipo de material nas lojas que vendem estes produtos. Em sites como o Ecycle também dá para procurar pontos de coleta próximos.

Na hora da compra, é melhor levar produtos em saquinhos ou latinhas?

De acordo com Vilhena, tanto faz. O especialista afirma que as duas embalagens têm seus valores no mercado da reciclagem. A latinha de alumínio possui maior valor, uma vez que é feita de minério da bauxita.

Precisa lavar as embalagens?

Os dois especialistas concordam que não precisa lavar o lixo. Vilhena explica que, principalmente em tempos de seca, o importante é só retirar o excesso de comida do objeto. Menezes dá algumas dicas.

— Se a pessoa for ficar muito tempo com esse material dentro de casa, ela pode passar alguma água de reúso, depois de lavar a panela, por exemplo, para evitar odores. Se for poucos dias, até uma semana, pode só fechar a embalagem.

O que fazer com o lixo orgânico?

Segundo Menezes, a maior parcela do lixo doméstico é de resíduo orgânico e dá para reaproveitar fazendo composteira dentro de casa.

— É simples. Na internet, tem várias dicas. Desta forma, se reduz a quantidade de lixo que vai para um aterro sanitário.

O professor ressalta que é importante todas as prefeituras criarem um plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos.

— Não adianta nada a pessoa separar o lixo em casa e a prefeitura misturar tudo em um caminhão e jogar no aterro. Isso desestimula o cidadão.

O que não dá para reciclar?

A Prefeitura de São Paulo não aceita alguns materiais na coleta seletiva. Papéis: carbono, celofane, papel vegetal, papel fotográfico, fitas e etiquetas adesivas, papéis metalizados, parafinados ou plastificados; plástico: acrílicos em geral, adesivos, tomadas, embalagens com material corrosivo e tóxico, espumas, plásticos “termofixos” (utilizados em telefone, computadores, teclados); metais: esponjas de aço e latas de aerossol, tinta ou pesticidas; vidro: espelhos, lâmpadas, cristal, vidro plano, cerâmica e porcelana.

Separar o lixo reciclável e mandá-lo no caminhão comum adianta alguma coisa?

Não adianta. Segundo a prefeitura, algumas pessoas acreditam que nos lixões há catadores que podem separar este material. Porém, na cidade de São Paulo, não há mais lixões. Quando o caminhão despeja o material no aterro, um trator passar por cima do lixo, onde ainda será despejada uma camada de terra. Neste local, não é permitida a entrada de catadores.

Dá para reciclar medicamentos?

Não. De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), não é possível reciclar remédios. Em algumas cidades, há iniciativas locais de coleta, como em algumas redes de drogarias. Porém, não existe nenhuma lei que obrigue as farmácias a recolherem medicamentos.

06/01/2016

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