11/12/2019

Chilenos criam sacolas que se dissolvem na água

Com uma pequena mudança na fórmula da sacola plástica original, um grupo de pesquisadores do Chile conseguiu desenvolver um produto, reutilizável, que se dissolve na água. A dupla de pesquisadores Roberto Astete e Cristian Olivares, estava pesquisando formas de desenvolver um detergente biodegradável, quando acabou encontrando uma fórmula que permite criar sacolas como as de plástico, mas que se dissolvem […]
11/12/2019

Caminhões vão usar biogás do lixo que coletam no Canadá

Todos os caminhões de lixo de Toronto, no Canadá, vão ser movidos pelo biogás produzido a partir do próprio lixo que eles coletam. Toronto deve ser uma das primeiras cidades da América do Norte a lançar essa iniciativa, graças à recém-construída instalação de gerenciamento de resíduos sólidos da Dufferin. A partir de março de 2020, a frota de caminhões de […]
11/12/2019

Bioplástico de seda de aranhas e madeira vira alternativa ao plástico comum

Pesquisadores da Universidade Aalto e do Centro de Pesquisas Tecnológicas VTT, ambos situados na Finlândia, estão trabalhando no desenvolvimento de uma alterativa para, no futuro, substituir os plásticos produzidos a partir do petróleo ou carbono. Trata-se de um novo material feito de uma mistura de seda de aranhas e fibras de madeira que, além de ser extensível e tão ou mais forte […]
11/12/2019

O que os países vêm fazendo para conter o desperdício de alimentos

Um estudo da FAO diz que se apenas 25% dos alimentos desperdiçados no mundo pudessem ser ‘salvos’ e redistribuídos, seria possível alimentar mais de 870 milhões de pessoas. De acordo com a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), cerca de um terço dos alimentos produzidos no mundo não são consumidos. Isso equivale a aproximadamente 1,3 bilhão de […]
10/12/2019

Alunos coletam e trocam materiais recicláveis por ‘dinheiro’ em escolas de Ibirá

Batizada de ‘ibirazinho real’, ‘moeda’ local é aceita em lojinhas dentro de escolas municipais e conscientiza estudantes sobre o lixo.  A iniciativa de um professor da rede pública municipal está rendendo bons dividendos ambientais para os 10,9 mil habitantes de Ibirá, no interior de São Paulo. Ele idealizou uma “moeda” local que os 1.200 alunos das três escolas da cidade […]

Para o visitante desprevenido, Pando não passa de um bonito bosque composto por árvores de álamo. Ele é, porém, mais que isso: alguns cientistas consideram-no o maior e mais pesado organismo vivo do mundo.

Ele fica perto do lago Fish, em Utah, nos Estados Unidos. Estima-se que tenha 14 mil anos, e sua área chega a 43 hectares (algo como 43 campos de futebol).

Mas o que explica esse rótulo de maior “organismo vivo”?

“Na realidade, todas as árvores são apenas uma”, explica Paulo Rogers, geólogo e professor do Departamento de Ecologia da Universidade Estadual de Utah.

Pando, que significa “eu me espalhei” em latim, também é conhecido como “o bosque de uma única árvore”.

Uma árvore clonada

Álamos
Os álamos podem viver entre 100 e 130 anos

Os bosques de álamo se reproduzem de duas maneiras. Uma delas ocorre quando uma árvore madura deixa cair suas sementes, que acabam por germinar.

A outra, mais comum, acontece quando elas liberam os brotos de suas raízes, dos quais nascem novas árvores – essas são chamadas de clones.

Pando não é o único bosque “clone”, mas é o mais extenso. Estima-se que o organismo pese cerca de 13 milhões de toneladas.

Por que ele está morrendo?

O geólogo Paul Rogers publicou um estudo que aponta que, nos últimos 40 anos, Pando parou de crescer e teve seu tamanho reduzido. Algumas imagens aéreas do local mostram zonas em que não há mais árvores.

Paul Rogers em Pando
Paul Rogers se dedica a monitorar a vida do Pando

Rogers não tem uma estimativa sobre a velocidade da redução de Pando, mas, segundo ele, nos próximos 10 anos o tamanho do bosque terá diminuído “significativamente”.

Normalmente, os álamos vivem entre 100 e 130 anos. O problema é que eles estão morrendo sem que uma nova geração de árvores surja.

“É como se fosse uma cidade de 47 mil habitantes e todos tivessem 85 anos”, diz Rogers.

Segundo sua pesquisa, a principal causa de Pando não conseguir se expandir é que a área concentrou um grande número de cervos e vacas que comem os brotos antes que eles consigam crescer.

“Devemos começar a reduzir o número de animais que comem as árvores”, diz o pesquisador. “Se o bosque morrer, todas as espécies que dependem dele vão desaparecer também.”

Ele pode sobreviver?

Um veado no bosque Pando
A presença de veados, cervos e vacas tem ajudado a diminuir o bosque Pando

Para Rogers, a solução para Pando seria aumentar as cercas que protegem algumas áreas do bosque, bem como trabalhar com os agricultores para ajudar a remover as vacas da área florestal e até mesmo sacrificar alguns dos cervos.

A ideia, segundo o geólogo, seria dar um “descanso” para Pando se recuperar.

“À primeira vista, é um simples bosque, mas, quando você descobre que é apenas um organismo, você se sente incrível por estar aqui”, diz. “Aprender sobre Pando nos ajuda a aprender a viver em nossa Terra.”

Fonte: BBC

 

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25/10/2018

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