17/02/2021

A inconsciência que degrada, a arte que transforma

Matéria por Ana Rocha O meio ambiente e o resíduo Concordamos que nos últimos 30 anos a humanidade evoluiu em vários aspectos importantes para a nossa sobrevivência. Não podemos dizer que possuímos pouca quantidade de informação sobre como tratar o nosso lixo, já que a internet dispõe de uma tonelada de informações válidas e práticas de como proceder com os nossos […]
25/01/2021

Consulta pública da logística reversa do vidro aberta até dia 05.02, participe!

Consulta pública sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e o Sistema de Logística Reversa de embalagens de vidro. Foi publicada, em 29/12/20, a Portaria nº 641, do Ministério do Meio Ambiente, que abre uma consulta pública sobre a edição de um Decreto que visa regulamentar a Política Nacional de Resíduos Sólidos, mais especificamente o §1º do caput do […]
20/01/2021

Tudo que você precisa saber sobre Gestão de Resíduos de da construção civil

A indústria da construção civil é uma das mais importantes atividades socioeconômicas do Brasil, sendo o maior setor empregador da economia nacional e tendo participação de 6,5%% do PIB Brasileiro. Devido à intensa mudança na paisagem, o excessivo consumo de recursos naturais e a elevada geração de resíduos, o setor é grande degradador do meio ambiente. Ele é responsável por […]
11/01/2021

E-commerce pode ser culpado pelo aumento da poluição por resíduos

O pico nas vendas online graças à pandemia teve consequências que vão além da digitalização e mudanças nos hábitos de consumo. Compradores estão tendo dificuldade de descartar corretamente embalagens de produtos e nunca se acumulou tanto papelão nas ruas, segundo a empresa de coleta norte-americana Republic Services. A companhia relatou um aumento de 25% nas coletas de resíduos feitos em residências. Ao […]
07/01/2021

Lei que proíbe utilização de pratos, copos e talheres de plástico entre em vigor em SP

Sancionada em 2020, regra passou a valer a partir do dia 1° de janeiro deste ano. Entretanto, multas e punições previstas no texto original só podem ser aplicadas após regulamentação, que ainda não foi feita pela gestão municipal. A lei municipal nº 17.261, de 13 de janeiro de 2020 proíbe estabelecimentos comerciais da cidade de São Paulo de fornecer aos […]

Fonte: Jornal da USP

O Comitê Nobel norueguês atribuiu o Nobel da Paz de 2017 à Campanha Internacional para a Abolição de Armas Nucleares- Ican (sigla em inglês), por seu trabalho para a eliminação radical do armamento nuclear no mundo, chamando a atenção para as consequências desastrosas para a humanidade e para o meio ambiente do uso das mesmas. A organização também redigiu um Tratado de Proibição de Armas Nucleares e tem feito esforços ingentes para obter a adesão dos Estados para sua ratificação. A ONG insiste ainda para que as potências nucleares iniciem “negociações sérias” destinadas à eliminação gradual, equilibrada, cuidadosa e supervisionada das suas quase 15.000 armas nucleares existentes no mundo. As cinco nações nucleares fizeram questão de boicotar o evento.

A escolha da Ican surge numa conjuntura internacional em que a Coreia do Norte multiplica ensaios nucleares e disparos de mísseis balísticos.

A Ican traduz o reconhecimento do trabalho de todos os ativistas, ao longo dos anos, e lembra sempre os Hibakusha, isto é, os sobreviventes das duas bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki, no Japão, no final da 2ª Guerra Mundial. Seu maior objetivo é criar um consenso mundial de que a humanidade quer o fim das armas. Sonha para que as poucas potências nucleares se sintam constrangidas por suas populações a mudar de rumo. A organização teve o apoio de personalidades como o arcebispo sul-africano Desmond Tutu, do Dalai Lama, de astros de Hollywood e do Papa Francisco, entre outros, tornando-se referência mundial. Ela conta com um orçamento de apenas US$ 1 milhão, que provem de governos europeus, particularmente da Suíça, Alemanha e países nórdicos. Enquanto isso, as potências nucleares destinam mais de US$ 100 bilhões por ano para manter seus estoques, soma que poderia ser encaminhada para fins humanitários.

A Ican é uma pequena organização transnacional que teve origem na Austrália. Mudou sua sede para Genebra, onde está num apertado escritório cedido por entidades religiosas e possui apenas três funcionários. Em contrapartida, conta com 468 organizações, espalhadas em mais de 122 países. Trabalha para a adesão e completa implementação do tratado que elaborou, e que não está ainda em vigor, pois depende da ratificação de pelo menos mais 55 Estados, a fim de que o mesmo tenha aprovação nas Nações Unidas e entre em vigor. O Brasil foi o primeiro país a assinar o tratado, em setembro passado, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York.

Suas centenas de ativistas pelo mundo procuram convencer políticos de suas nações que armas nucleares não devem existir.

O representante da organização no Brasil é Cristian Wittmann, gaúcho, que diz: “De nosso ponto de vista não é concebível que alguns países tenham e outros não. Ninguém pode ter armas nucleares”.

A presidente da entidade, Beatrice Fihn, criou a campanha quando o movimento antinuclear era pequeno e disperso. Usou um meio simples, que foi o de propagar a eliminação das armas e procurou mostrar que seu objetivo era viável. Beatrice considera o prêmio um reconhecimento pelo trabalho feito para tornar possível um mundo mais seguro e pacífico. E admitiu que agora o prêmio ajudará e muito a campanha e a conseguir novas adesões.   Para a presidente do Comitê norueguês Berit Reiss-Andersen, “vivemos num mundo onde o risco de recurso a armas nucleares é maior do que era desde há muito”.

Esse prêmio poderia ser um estímulo para o Brasil desmontar suas usinas nucleares de Angra dos Reis e com o montante de verbas investir em energia elétrica por meios naturais e limpos: eólica e solar. A fissão nuclear produz grande quantidade de radiação ionizante. Na hipótese, não impossível, de acidentes nucleares, embora se possa desligar a usina com segurança, não se podem evitar os efeitos adversos à vida humana e ao meio ambiente. Basta lembrar que o acidente de Chernobyl matou diretamente 56 pessoas, enquanto outras 4 mil foram atacadas de câncer e expôs 6,6 milhões de pessoas aos riscos da contaminação, destruindo totalmente o meio ambiente.

 

srzz

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16/10/2017

A Ican – Nobel da Paz de 2017 – “A arma nuclear é inaceitável”

Fonte: Jornal da USP O Comitê Nobel norueguês atribuiu o Nobel da Paz de 2017 à Campanha Internacional para a Abolição de Armas Nucleares- Ican (sigla em inglês), por seu trabalho para a eliminação radical do armamento nuclear no mundo, chamando a atenção para as consequências desastrosas para a humanidade e para o meio ambiente do uso das mesmas. A organização […]