31/03/2021

Conheça a IN IBAMA 13/2012

Entre os instrumentos definidos na Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS (Lei 12.305/10), encontramos o Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos e o Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais. Estes instrumentos estão atribuídos ao SISNAMA – Sistema Nacional do Meio Ambiente – que dispõe como um de seus Órgãos Executores o IBAMA […]
31/03/2021

O que é a NBR 10004/2004?

A Norma Técnica Brasileira 10004/2004 tem por objetivo classificar os resíduos sólidos quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública, para que possam ser gerenciados adequadamente. Esta NBR não considera resíduos radioativos, ficando a sob responsabilidade da Comissão Nacional de Energia Nuclear. Qual sua importância? O estabelecimento de uma padronização e codificação dos resíduos facilita o […]
17/02/2021

A inconsciência que degrada, a arte que transforma

Matéria por Ana Rocha O meio ambiente e o resíduo Concordamos que nos últimos 30 anos a humanidade evoluiu em vários aspectos importantes para a nossa sobrevivência. Não podemos dizer que possuímos pouca quantidade de informação sobre como tratar o nosso lixo, já que a internet dispõe de uma tonelada de informações válidas e práticas de como proceder com os nossos […]
25/01/2021

Consulta pública da logística reversa do vidro aberta até dia 05.02, participe!

Consulta pública sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e o Sistema de Logística Reversa de embalagens de vidro. Foi publicada, em 29/12/20, a Portaria nº 641, do Ministério do Meio Ambiente, que abre uma consulta pública sobre a edição de um Decreto que visa regulamentar a Política Nacional de Resíduos Sólidos, mais especificamente o §1º do caput do […]
20/01/2021

Tudo que você precisa saber sobre Gestão de Resíduos de da construção civil

A indústria da construção civil é uma das mais importantes atividades socioeconômicas do Brasil, sendo o maior setor empregador da economia nacional e tendo participação de 6,5%% do PIB Brasileiro. Devido à intensa mudança na paisagem, o excessivo consumo de recursos naturais e a elevada geração de resíduos, o setor é grande degradador do meio ambiente. Ele é responsável por […]

Fonte: Green Savers

A Câmara Municipal de Lisboa ampliou a sua Rede Municipal de Recolha Seletiva de Óleos Alimentares Usados (OAU) de 42 pontos de recolha para mais 107 locais, de acordo com o site da autarquia.

Para tal, o município realizou concursos de aquisição de novos oleões e prestação de serviços de recolha deste tipo de resíduo, um projeto que contou com a colaboração das 24 juntas de freguesia e de algumas associações e colectividades locais.

Os novos pontos de recolha de OAU estão localizados em mercados municipais, postos de limpeza e em instalações pertencentes a juntas de freguesias, associações e coletividades locais.

Esta rede municipal conta também com 28 lojas Pingo Doce, no âmbito de um protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal de Lisboa e o Grupo Jerónimo Martins. Outras cadeias de supermercado poderão vir ainda a aderir a esta rede municipal, que visa aproximar os locais de deposição de OAU dos cidadãos.

Os estabelecimentos de hotelaria, restaurantes e outros grandes produtores poderão dispor de recipientes próprios e beneficiar de um serviço de recolha gratuito, articulando diretamente com empresas privadas de gestão de óleos alimentares usados.

De acordo com a Câmara de Lisboa, o óleo alimentar usado (vulgo óleo de fritar) deverá estar isento de molhos, restos de comida ou detergentes, devendo ser acondicionado em garrafas de plástico bem fechadas. “Nunca devem ser colocados óleos minerais e lubrificantes de viaturas e máquinas”, explica a autarquia.

Os óleos alimentares usados depositados seletivamente pelos Lisboetas são recolhidos por uma empresa licenciada para o efeito e conduzidos a valorização para a produção de biocombustíveis.

A gestão correta destes resíduos, por outro lado, permite o desvio de OAU da rede de drenagem de águas residuais, a minimização dos custos de tratamento nas ETARs (Estações de Tratamento de Águas Residuais) e a redução da contaminação dos cursos de água naturais.

Por outro lado, também se desviam os OAU do fluxo de resíduos indiferenciados recolhidos pela Câmara e enviados para valorização energética (incineração).

 

srzz

 

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11/03/2016

Lisboa ampliou a rede de recolhimento de óleos alimentares usados a mais 65 locais

Fonte: Green Savers A Câmara Municipal de Lisboa ampliou a sua Rede Municipal de Recolha Seletiva de Óleos Alimentares Usados (OAU) de 42 pontos de recolha para mais 107 locais, de acordo com o site da autarquia. Para tal, o município realizou concursos de aquisição de novos oleões e prestação de serviços de recolha deste tipo de resíduo, um projeto que […]