31/03/2020

Prefeitura de SP anuncia auxílio para catador informal e cooperados

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), vai investir R$ 5,76 milhões para auxiliar os catadores de materiais recicláveis na capital paulista. A medida vai beneficiar 900 famílias associadas às 25 cooperativas habilitadas no Programa Socioambiental de coleta seletiva. Ao todo, cada família receberá da Prefeitura R$ 1,2 mil reais mensais, por até […]
31/03/2020

Mulheres são maioria no setor da reciclagem de resíduos sólidos

Os dados são de um estudo feito pelo Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), em 2014. Segundo o relatório do MNCR, organização que representa o setor há 18 anos, existem no Brasil cerca de 800 mil pessoas trabalhando no ramo da reciclagem. A maior parte das mulheres atua dentro das cooperativas, enquanto os homens estão mais presentes atuando […]
30/03/2020

Série compostagem: compostagem doméstica!

A compostagem é um processo de transformação de resíduos orgânicos em adubo para plantas! Se você ainda não conhece vamos te mostrar que é possivel fazer esse processo na sua casa e que já existem empresas fazendo em larga escala! Mas como funciona esse processo? Todo o resíduo de cozinha e de jardim entram em decomposição naturalmente, para uma compostagem […]
26/03/2020

Resíduos em áreas rurais: peculiaridades e desafios

Não há dúvida que o resíduo gerado nas cidades é um grande desafio a ser resolvido, mas pouco se fala sobre o resíduo que é gerado no campo, que tem mais peculiaridades e ganha menos atenção. O resíduo rural doméstico tem adquirido características cada vez mais semelhantes ao urbano por conta de mudanças no padrão de consumo dessa população e […]
24/03/2020

‘Na rota do lixo’ alerta para doenças oriundas do armazenamento e descarte incorretos de resíduos

A série “Na rota do lixo”, tem três reportagens que mostraram para onde vão os resíduos, como são tratados e as iniciativas do poder público e privado no setor em Uberlândia. Mas, além do prejuízo para a cidade, como a má administração do lixo pode prejudicar a saúde individual e pública? Para responder esta questão, conversamos com um infectologista e […]

Comprar produtos com atributos éticos e de sustentabilidade não é tão simples quanto parece. É o que mostra a primeira análise em larga escala sobre a oferta desses produtos, feita por pesquisadores da Universidade Stanford, na Califórnia.

Enquanto mais da metade das empresas globais pesquisadas aplica práticas de sustentabilidade em alguma parte da cadeia de suprimentos, esses esforços tendem a ter um alcance muito mais limitado do que os consumidores podem imaginar, segundo nota divulgada no site da universidade, assinada por Rob Jordan.

“Nossos resultados mostram um copo meio cheio e meio vazio”, diz o coautor do estudo, Eric Lambin, da Escola de Ciências da Terra, Energia e Meio Ambiente de Stanford.

O artigo, publicado neste mês de fevereiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, relaciona o fornecimento de produtos éticos e sustentáveis com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Isso porque as cadeias de suprimentos corporativas têm o potencial de desempenhar um papel extraordinário na consecução dos ODS, uma vez que atingem mais de 80% do comércio global e empregam cerca de um em cada cinco trabalhadores no mundo, segundo a nota.

Ao analisar 449 empresas listadas publicamente nos setores de produtos alimentares, têxteis e produtos de madeira, os pesquisadores descobriram, entre outras conclusões, que:

  • Mais de 70% do fornecimento de produtos considerados sustentáveis cobrem apenas um subconjunto restrito de materiais. Por exemplo, uma empresa pode usar materiais reciclados para a embalagem de determinando produto, mas não lidam com o impacto causado ao longo da cadeia.
  • Apenas 15% do fornecimento de produtos considerados sustentáveis se concentram em saúde, energia, infraestrutura, mudança climática, educação, gênero ou pobreza.
  • Quase todas as práticas de fornecimento considerado sustentável abordam apenas um único nível na cadeia de suprimentos – geralmente fornecedores no primeiro elo da cadeia, como varejistas que compram de confecções. Muitas vezes, os processos remanescentes, desde o crescimento do algodão até o descarte da roupa, permanecem sem resposta.
  •  Mais de um quarto do fornecimento de produtos considerados sustentáveis se aplica a apenas uma única linha de produtos. Por exemplo, uma empresa pode usar a certificação de comércio justo para somente um tipo de barra de chocolate, entre os muitos produtos que vende.

“O avanço dos objetivos ambientais e sociais nas cadeias de suprimentos pode tornar-se muito complexo”, diz o coautor do estudo, Joann de Zegher, um pós-doutorado na Stanford Graduate School of Business. As empresas usam uma ampla gama de estratégias, mas os esforços atuais têm alcance limitado.

Olhando o copo cheio, os pesquisadores descobriram que as empresas que atuam na ponta do consumo, sob pressão da sociedade civil, estão mais próximas de adotar ao menos uma prática de fornecimento sustentável. Assim, não é surpreendente que as empresas sediadas em países com muitas organizações não-governamentais ativas tenham maior probabilidade de aderir a boas práticas, de acordo com o estudo.

“A pressão que os consumidores colocam nas empresas quando exigem produtos mais sustentáveis pode estar valendo a pena”, disse o autor principal do estudo, Tannis Thorlakson, do Programa Interdisciplinar em Meio Ambiente e Recursos da Escola de Ciências da Terra, Energia e Meio Ambiente de Stanford.

“Espero que este documento sirva de ação para as 48% das empresas que não estão fazendo nada para enfrentar desafios de sustentabilidade na cadeia de suprimentos”, afirma,

FONTE: Página 22

 

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27/02/2018

Sustentabilidade na cadeia de suprimentos: mais complexo do que parece

Comprar produtos com atributos éticos e de sustentabilidade não é tão simples quanto parece. É o que mostra a primeira análise em larga escala sobre a oferta desses produtos, feita por pesquisadores da Universidade Stanford, na Califórnia. Enquanto mais da metade das empresas globais pesquisadas aplica práticas de sustentabilidade em alguma parte da cadeia de suprimentos, esses esforços tendem a […]
12/01/2018

Professora adota currículo da ONU sobre igualdade de gênero em áreas rurais do Pará

A professora paraense Danielle Figueiredo, de 33 anos, dá aulas para alunos do ensino médio em áreas rurais do Pará por meio de um sistema denominado modular. Nele, as aulas são concentradas em apenas uma disciplina durante 50 dias, em locais de melhor acesso para estudantes que vivem longe dos centros urbanos. Isso significa que Danielle, professora de sociologia pós-graduada […]
16/11/2017

Que países fazem mais pelo clima global?

Fonte: Deutsche Welle Muitos países estão exibindo na conferência COP23, em Bonn, os seus sucessos no combate à mudança do clima global. Mas isso faz com que sejam mais verdes? O Índice de Desempenho na Mudança Climática (CCPI, na sigla em inglês) 2017, divulgado nesta quarta-feira (15), lista 56 nações e a União Europeia de acordo com suas emissões de gases-estufa, […]
01/11/2017

Educação ambiental é essencial para o fortalecimento da agricultura

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