25/05/2021

Beacon School é Sou Resíduo Zero

Inaugurada em 2010 e reconhecida pela International Baccalaureate Organization como IB World School, a Beacon School tem hoje mais de 1.000 alunos, da Educação Infantil ao Ensino Médio. Em um ambiente que enfatiza o acolhimento, a Beacon oferece uma educação internacional genuinamente bilíngue e aberta para o mundo, ao mesmo tempo em que valoriza suas raízes brasileiras. Reconhecem a diversidade […]
30/04/2021

O que é a NBR 10004/2004?

A Norma Técnica Brasileira 10004/2004 tem por objetivo classificar os resíduos sólidos quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública, para que possam ser gerenciados adequadamente. Esta NBR não considera resíduos radioativos, ficando sob responsabilidade da Comissão Nacional de Energia Nuclear. Qual sua importância? O estabelecimento de uma padronização e codificação dos resíduos facilita o gerenciamento […]
26/04/2021

O que é MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos)?

O Manifesto de Transporte de Resíduos – MTR é um documento que os geradores de resíduos devem emitir através do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão de Resíduos Sólidos – SINIR, e estão sujeitos à elaboração da PGRS. O mesmo permite que os resíduos gerados e destinados sejam rastreados. O documento emitido é numerado e deverá acompanhar o transporte […]
15/04/2021

Tudo que você precisa saber sobre Gestão de Resíduos Sólidos

Qualquer tipo de negócio é um potencial gerador de resíduos, uma vez que estamos constantemente utilizando materiais e consumindo alimentos em nossas atividades diárias. Acabar com os impactos negativos da geração de lixo é um desafio e tanto, porém, de alguma forma, essas atividades podem ser mitigadas e gerar impactos positivos de âmbito social, econômico e ambiental. Fazer a gestão […]
31/03/2021

Conheça a IN IBAMA 13/2012

Entre os instrumentos definidos na Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS (Lei 12.305/10), encontramos o Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos e o Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais. Estes instrumentos estão atribuídos ao SISNAMA – Sistema Nacional do Meio Ambiente – que dispõe como um de seus Órgãos Executores o IBAMA […]

Fonte:Deutsche Welle

A desigualdade no Brasil é uma das maiores do mundo, segundo a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018, uma compilação de dados globais coordenada pelo economista francês Thomas Piketty e divulgada nesta quinta-feira (14/12), em Paris.

Segundo dados do relatório, em 2015, 27% da renda do Brasil estavam nas mãos do 1% mais rico da população – a maior discrepância do planeta. Na comparação, o país aparece à frente, por exemplo, de Rússia (20%), EUA (20%), China (14%) e Índia (21%).

O resultado acompanha uma tendência mundial: a renda cresceu para todos, inclusive os mais pobres, mas foram os ricos que abocanharam a maior fatia do crescimento. Em suas estimativas, os economistas responsáveis pelo estudo se mostraram preocupados com o possível agravamento da situação global até 2050.

Os dados mostram que a desigualdade de renda aumentou desde 1980 em quase todas as regiões do mundo, mas o crescimento mais acelerado tem sido registrado na China, Rússia e Índia e na América do Norte. Enquanto os dados mostram que a fase de políticas mais igualitárias depois da Segunda Guerra terminou, as sociedades na América do Sul, África e no Oriente Médio se tornaram ainda mais desiguais.

De acordo com o estudo, intitulado World Inequality Report e que teve como um dos principais coordenadores Lucas Chancel, da Escola de Economia de Paris, além do próprio Piketty, autor do best-seller O Capital no século 21, a parte da riqueza nacional nas mãos de 10% dos contribuintes mais ricos passou de 21% a 46% na Rússia e de 27% a 41% na China, entre 1980 e 2016. Nos EUA e no Canadá, este índice passou de 34% a 47%, enquanto na Europa foi registrado um aumento mais moderado – de 33% a 37%.

Pódio da desigualdade

Mas houve exceções ao padrão de crescimento vertiginoso. “No Oriente Médio, África subsaariana e Brasil, as desigualdades permaneceram relativamente estáveis, mas a níveis muito elevados”, afirmou o documento.

As três regiões formam o pódio da desigualdade no mundo: África subsaariana (54%), Brasil e Índia (55%) e o Oriente Médio (61% da renda nas mãos dos 10% mais ricos). Segundo os pesquisadores, essas regiões são as “fronteiras da desigualdade”.

No caso do Brasil, o documento se baseia num estudo publicado em setembro por um discípulo de Piketty, o irlandês Marc Morgan. O trabalho gerou controvérsia, pois sugeriu que a desigualdade no Brasil é muito maior do que indicada em outras pesquisas, apesar dos avanços sociais observados nos últimos anos. Estes dados também se limitam ao período entre 2001 e 2015.

A renda nacional total cresceu 18,3% no período analisado, mas 60,7% desses ganhos foram apropriados pelos 10% mais ricos, contra 17,6% das camadas menos favorecidas. A expansão foi feita às custas da faixa intermediária de 40% da população, cuja participação na renda nacional caiu de 34,4% para 32,4%.

De acordo com o estudo, a queda se deve ao fato de que essa camada da população brasileira não se beneficiou diretamente das políticas sociais e trabalhistas dos últimos anos e nem pôde tirar proveito dos ganhos de capital (como lucros, dividendos, renda de imóveis e aplicações financeiras), restritos aos mais ricos.

Em termos de evolução, a divergência é “extrema entre a Europa Ocidental e os Estados Unidos, que tinham níveis de desigualdade comparáveis em 1980, mas se encontram atualmente em situações radicalmente diferentes”, destacou o estudo.

Em 1980, a parte da riqueza nacional nas mãos de 50% dos contribuintes mais pobres era quase idêntica nas duas regiões: 24% na Europa Ocidental e 21% nos EUA. Desde então, o índice permaneceu estável, a 22%, no lado europeu e caiu a 13% no americano.

De acordo com Piketty, um fenômeno que se deve pela “queda das rendas da menor faixa” nos Estados Unidos, mas também por uma “desigualdade considerável na área de educação e uma tributação cada vez menos progressiva neste país”.

A principal vítima desta dinâmica, segundo o relatório, baseado em 175 milhões de dados fiscais e estatísticas computadas pelo projeto wid.world (wealth and income database), é a classe média mundial.

Entre 1980 e 2016, o 1% dos mais ricos obteve 27% do crescimento mundial. Os 50% mais pobres receberam apenas 12% da riqueza, mas viram sua renda aumentar significativamente. O que não aconteceu com as pessoas entre as duas categorias, cujo “crescimento da renda foi frágil”.

Os autores do estudo anteciparam um novo crescimento até 2050, com base nas atuais tendências. A participação do patrimônio dos mais ricos aumentaria assim de 33% a 39%, enquanto a classe média mundial veria sua participação no patrimônio cair de 29% a 27%.

 

srzz

O que você irá deixar para o mundo?

Conheça o Sou Resíduo

14/12/2017

Estudo põe Brasil entre os mais desiguais do mundo

Fonte:Deutsche Welle A desigualdade no Brasil é uma das maiores do mundo, segundo a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018, uma compilação de dados globais coordenada pelo economista francês Thomas Piketty e divulgada nesta quinta-feira (14/12), em Paris. Segundo dados do relatório, em 2015, 27% da renda do Brasil estavam nas mãos do 1% mais rico da população – a maior discrepância […]