30/04/2021

O que é a NBR 10004/2004?

A Norma Técnica Brasileira 10004/2004 tem por objetivo classificar os resíduos sólidos quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública, para que possam ser gerenciados adequadamente. Esta NBR não considera resíduos radioativos, ficando sob responsabilidade da Comissão Nacional de Energia Nuclear. Qual sua importância? O estabelecimento de uma padronização e codificação dos resíduos facilita o gerenciamento […]
26/04/2021

O que é MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos)?

O Manifesto de Transporte de Resíduos – MTR é um documento que os geradores de resíduos devem emitir através do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão de Resíduos Sólidos – SINIR, e estão sujeitos à elaboração da PGRS. O mesmo permite que os resíduos gerados e destinados sejam rastreados. O documento emitido é numerado e deverá acompanhar o transporte […]
15/04/2021

Tudo que você precisa saber sobre Gestão de Resíduos Sólidos

Qualquer tipo de negócio é um potencial gerador de resíduos, uma vez que estamos constantemente utilizando materiais e consumindo alimentos em nossas atividades diárias. Acabar com os impactos negativos da geração de lixo é um desafio e tanto, porém, de alguma forma, essas atividades podem ser mitigadas e gerar impactos positivos de âmbito social, econômico e ambiental. Fazer a gestão […]
31/03/2021

Conheça a IN IBAMA 13/2012

Entre os instrumentos definidos na Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS (Lei 12.305/10), encontramos o Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos e o Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais. Estes instrumentos estão atribuídos ao SISNAMA – Sistema Nacional do Meio Ambiente – que dispõe como um de seus Órgãos Executores o IBAMA […]
17/02/2021

A inconsciência que degrada, a arte que transforma

Matéria por Ana Rocha O meio ambiente e o resíduo Concordamos que nos últimos 30 anos a humanidade evoluiu em vários aspectos importantes para a nossa sobrevivência. Não podemos dizer que possuímos pouca quantidade de informação sobre como tratar o nosso lixo, já que a internet dispõe de uma tonelada de informações válidas e práticas de como proceder com os nossos […]

Fonte: Exame

Sabe a famosa lei da conservação da matéria que diz “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”? Em um mundo de produção e consumo desenfreados, felizmente, é possível encontrar produtos cujo ciclo de vida imita a lógica da natureza.

Um exemplo promissor vem de um projeto desenvolvido pelos designers colombianos Brayan Stiven Pabón Gómez e Rafael Ricardo Moreno Boada — uma embalagem ecológica feita de fibra de bananeira, algo aparentemente simples, mas com benefícios potenciais imensos para o meio ambiente, as pessoas e a economia.

A Colômbia é um dos cinco maiores exportadores de banana no mundo, com 45 mil hectares de área cultivada. Com o projeto, a dupla dá vida nova às fibras do pseudocaule da bananeira (o “caule” verdadeiro é subterrâneo), um material geograficamente abundante e comumente descartado pelos agrircultores.

O ciclo é todo fechado, atendendo ao princípio do design cradle-to-cradle (“do berço ao berço”, em português) que, em linhas gerais, preconiza que, ao final do seu ciclo de vida, um produto e suas partes constituintes possam ser reinseridos na produção, evitando o desperdício e reduzindo o consumo de novos recursos, proposta contrária ao design cradle-to-grave (“do berço au túmulo”), que tem como fim o lixo.

Nesse caso, o processo começa com a retirada das camadas fibrosas do pseudocaule da bananeira, que passam por desinfecção e esterilização com vapor de água, de acordo com a descrição do projeto.

O material “cru” é então moldado para tornar-se uma embalagem. Para ligar suas partes, os designers utilizam cola biodegradável feita a partir de batatas, e o rótulo é impresso com uma tinta biodegradável.

Segundo os designers, essa combinação garante a resistência do produto a alimentos quentes, a líquidos e, de quebra, assegura a biodegradabilidade da própria embalagem. No final, o material pode ser facilmente compostado e servir de adubo para as plantações de banana. Nada se perde, tudo se transforma.

“A embalagem de fibras de bananeira poderia substituir o plástico e o papel, além de oferecer uma experiência natural para o usuário, conscientizar o agricultor e gerar alternativas de desenvolvimento sustentável para comunidades locais”, dizem os criadores.

srzz

 

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Conheça o Sou Resíduo

21/06/2016

Conheça a embalagem sustentável que “nasce” em bananeira

Fonte: Exame Sabe a famosa lei da conservação da matéria que diz “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”? Em um mundo de produção e consumo desenfreados, felizmente, é possível encontrar produtos cujo ciclo de vida imita a lógica da natureza. Um exemplo promissor vem de um projeto desenvolvido pelos designers colombianos Brayan Stiven Pabón Gómez […]