24/11/2020

Comércio grande gerador precisa emitir MTR: novo documento eletrônico para gestão de resíduos

Estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços que gerem no território nacional resíduos perigosos e resíduos não perigosos – como sobras de tecidos, papeis e resíduos equiparados aos domésticos, porém em grande quantidade –, deverão emitir, a partir de 1º de janeiro de 2021, o Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR). Estas empresas, consideradas grandes geradores, também devem ter Plano […]
09/11/2020
Foto por Cleber Souza para UOL

Lixo invade estação da linha 6-Laranja do metrô; obra se arrasta há 5 anos

“Aqui é um caos. Às vezes eu acho que não vou ver esse metrô pronto nunca”, reclama André do Nascimento, 58, que mora na Brasilândia, zona norte de São Paulo, há 50 anos. O “metrô” a que ele se refere é a Linha 6-Laranja, que começou a ser construída em 2015, mas teve as obras paradas em setembro de 2016, […]
03/11/2020

Pequenas marcas de cosméticos dão exemplo sustentável de ponta a ponta

Desde a escolha da matéria-prima, de fontes renováveis, até a entrega do produto, para garantir destino das embalagens, empreendedores veem alta nas vendas com busca por mais saúde na pandemia Conheça as iniciativas Óleo corporal de calêndula para problemas de pele e inflamações, suavizador vegano de olheiras com alecrim e olíbano, água micelar orgânica com extrato de aloe vera, gel […]
20/10/2020

Os descaminhos do Lixo – Opinião Estadão

Há um grande contingente de pessoas não atendidas por serviços de coleta, e o setor apresenta déficits consideráveis em relação à coleta seletiva, recuperação de materiais e disposição dos resíduos sólidos Nos últimos anos houve uma melhora quantitativa e qualitativa na cobertura de coleta de lixo no Brasil. O avanço, contudo, foi bem menor do que o necessário: há um […]
15/10/2020

Mercado Municipal Kinjo Yamato intitulado como o primeiro Mercado Sustentável da cidade de São Paulo

Sobre o mercado A história do Mercado Municipal Kinjo Yamato tem início no antigo “Mercado Caipira” ou “25 de Março dos produtos hortifrutis”, como era chamado o local antes instalado na Várzea do Parque Dom Pedro e que se tornou conhecido pela comercialização de frutas, legumes e verduras provenientes dos campos onde trabalhavam imigrantes japoneses. Como complemento de renda, esses […]

Fonte: AmbienteBrasil

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) classificou como irregular a situação de quatro aterros na região de Ribeirão Preto (SP). Segundo o órgão, as áreas destinadas ao lixo em Guaíra (SP), Cristais Paulista (SP), Cássia dos Coqueiros (SP) e Taquaritinga (SP) não atingiram a nota mínima de 7 pontos no Índice de Qualidade de Aterros de Resíduos (IQR) realizado em setembro deste ano.

Com isso, as prefeituras foram advertidas e multadas. Caso não sejam feitas as melhorias exigidas, os aterros podem ser interditados.

Em março deste ano, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente interditou o aterro de Batatais. A prefeitura já havia sido multada pela Cetesb em R$ 7,5 mil, mas continuou a operação na área sem infraestrutura e licenças ambientais adequadas.

Em julho, a Prefeitura de Barrinha foi autuada e o aterro foi interditado depois que técnicos encontraram uma vala clandestina ao lado da autorizada pela Cetesb. Em vistorias, foram vistos animais mortos em meio aos resíduos.

Irregularidades

De acordo com o tecnólogo da Cetesb Eli Nicolleto, o IQR é a média obtida pelos aterros com a avaliação de itens como a operação, a localização, a estrutura física, o licenciamento e as condições ambientais nas áreas reservadas ao despejo de resíduos sólidos no Estado de São Paulo.

Em Cássia dos Coqueiros, os técnicos encontraram lixo descoberto e fora das valas especificadas pelo órgão, além de catadores atuando na separação de materiais.

Segundo Nicolleto, o cenário se enquadra na especificação dos lixões, locais em que a deposição do lixo é feita a céu aberto, diretamente no solo e sem técnica para evitar qualquer tipo de contaminação, e onde é comum a presença de animais e de catadores.

A mesma situação foi encontrada pelos técnicos no aterro em Taquaritinga, que recebe 50 toneladas de lixo por dia. Em busca de alimento, os urubus se misturam às milhares de sacolas despejadas pelos caminhões de coleta, oferecendo riscos de acidentes e à saúde.

“Na verdade, nós estamos fiscalizando as prefeituras que, normalmente, quem fazem a coleta e a deposição de lixo. Hoje, grande parte dos municípios encaminha o lixo para terrenos particulares, que também são fiscalizados. Se a operação for abaixo da nota também é autuado.”

O que dizem as prefeituras

Segundo o secretário de Obras e Meio Ambiente de Taquaritinga Luís Carlos Lourençano, há um projeto aprovado pela Cetesb para implantação de um novo aterro, mas que ainda depende dos cálculos com os gastos que serão assumidos pelo município.

“Temos que fazer tudo de acordo com licitações, cronogramas, e claro, com a verba que conseguimos através da Secretaria Estadual do Meio Ambiente.”

Lourençano diz ainda que os problemas apresentados pela fiscalização se deram na véspera de um feriado municipal, quando a prefeitura já estava preparada para retirar catadores e animais do local.

A Prefeitura de Cristais Paulista reconheceu o problema, mas disse que já implantou a coleta seletiva na cidade e que apresentou projetos à Cetesb para melhorar as condições do local.

A Prefeitura de Guaíra informou que a nota atual está acima de sete, mas vai fechar o aterro e buscar outras alternativas para o destino do lixo.

A Prefeitura de Cássia dos Coqueiros não retornou os questionamentos da reportagem.

Sobre a situação dos aterros interditados, a Prefeitura de Batatais informou que O da cidade está sendo levado para Sales Oliveira (SP).

A Prefeitura de Barrinha informou que uma empresa foi contratada para transportar o lixo para um local adequado.

 

srzz

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Quatro aterros na região de Ribeirão estão em situação irregular, aponta a Cetesb

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29/09/2015

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Fonte: Programa Cidades Sustentáveis Os 30 mil moradores de Iguape, no sul do Estado, podem não saber, mas o lixo colocado na calçada das casas percorrerá 218 km pela Régis Bittencourt até o destino final, na Grande São Paulo. Já o que jogam fora os habitantes de Igarapava, no interior paulista, chegará à mineira Uberaba, enquanto Barra Mansa, no Rio […]