17/02/2021

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25/01/2021

Consulta pública da logística reversa do vidro aberta até dia 05.02, participe!

Consulta pública sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e o Sistema de Logística Reversa de embalagens de vidro. Foi publicada, em 29/12/20, a Portaria nº 641, do Ministério do Meio Ambiente, que abre uma consulta pública sobre a edição de um Decreto que visa regulamentar a Política Nacional de Resíduos Sólidos, mais especificamente o §1º do caput do […]
20/01/2021

Tudo que você precisa saber sobre Gestão de Resíduos de da construção civil

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11/01/2021

E-commerce pode ser culpado pelo aumento da poluição por resíduos

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07/01/2021

Lei que proíbe utilização de pratos, copos e talheres de plástico entre em vigor em SP

Sancionada em 2020, regra passou a valer a partir do dia 1° de janeiro deste ano. Entretanto, multas e punições previstas no texto original só podem ser aplicadas após regulamentação, que ainda não foi feita pela gestão municipal. A lei municipal nº 17.261, de 13 de janeiro de 2020 proíbe estabelecimentos comerciais da cidade de São Paulo de fornecer aos […]

Fonte: Web Rádio Água

Em 2014, 98,4% das latas de alumínio colocadas no mercado nacional foram recolhidas e recicladas no Brasil. Os últimos dados oficiais divulgados pelo setor colocam o país como líder mundial no quesito, à frente de países como Argentina (91,1%), Japão (87,5%) e Estados Unidos (66,5%).

E um estudo conduzido pelo Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea) apontou algumas vantagens deste tipo de embalagem para o meio ambiente após analisar o ciclo de vida da lata de alumínio para bebidas no Brasil.

Segundo a pesquisa, a reciclagem da lata de alumínio para obtenção de uma nova embalagem pode proporcionar uma redução em até 70% as emissões de CO2 e 71% do consumo de energia em comparação à lata fabricada apenas com alumínio primário, aquele que é obtido a partir da extração da bauxita.

O estudo, que foi encomendado pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas), analisou diferentes cenários, conforme explica Luiz Alberto Lopes, engenheiro metalurgista e integrante do Comitê de Reciclagem da Abal:

“No caso de 50% de metal reciclado e 50% de metal virgem, haveria uma redução de 35% em relação às emissões de CO2 quando comparado com o primeiro cenário (apenas metal primário), haveria um consumo de energia elétrica 36% menor, um consumo de água 33% menor, um consumo de bauxita (ou seja, a necessidade de retirada de minerais ou minérios) de menos 47% e 36% de redução na pegada de carbono. Já no cenário com 98% de metal reciclado, que é o que acontece hoje no Brasil, nós temos 70% de redução em relação às emissões de CO2, uma redução de 71% no consumo de energia elétrica, 65% de redução no consumo de água e 93% de redução no consumo de bauxita, resultando em 71% de redução do CO2 equivalente, ou seja, da pegada de carbono. Então isso mostra que as emissões atmosféricas são muito menores, bem como a redução na pegada de carbono”.

Luiz Alberto Lopes também comentou as vantagens do alumínio e as possibilidades de crescimento do setor:

“O alumínio, justamente por sua leveza e por sua facilidade de ser trabalhado ou ser transformado, é um material que apresenta grandes vantagens na fabricação de embalagens. Aí a lata de alumínio acaba se destacando como vedete no setor. Então nós temos o setor de latas de alumínio crescendo vertiginosamente. O Brasil hoje tem uma capacidade de produção instalada da ordem de 28 bilhões de unidades anuais em 20 fábricas que estão instaladas no Brasil. O setor de produção de latas de alumínio gera 3,5 mil empregos diretos, representa um faturamento de R$7,5 bilhões/ano, e nos últimos 15 anos houve um investimento neste setor da ordem de R$6,7 bilhões”.

Recentemente o INMETRO criou um programa de rotulagem ambiental para atestar a sustentabilidade de produtos fabricados no Brasil. As informações podem ajudar o consumidor na hora de escolher o que vai levar para casa e também facilita a entrada dos produtos no mercado internacional.

srzz

 

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21/06/2016

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