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A inconsciência que degrada, a arte que transforma

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25/01/2021

Consulta pública da logística reversa do vidro aberta até dia 05.02, participe!

Consulta pública sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e o Sistema de Logística Reversa de embalagens de vidro. Foi publicada, em 29/12/20, a Portaria nº 641, do Ministério do Meio Ambiente, que abre uma consulta pública sobre a edição de um Decreto que visa regulamentar a Política Nacional de Resíduos Sólidos, mais especificamente o §1º do caput do […]
20/01/2021

Tudo que você precisa saber sobre Gestão de Resíduos de da construção civil

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11/01/2021

E-commerce pode ser culpado pelo aumento da poluição por resíduos

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07/01/2021

Lei que proíbe utilização de pratos, copos e talheres de plástico entre em vigor em SP

Sancionada em 2020, regra passou a valer a partir do dia 1° de janeiro deste ano. Entretanto, multas e punições previstas no texto original só podem ser aplicadas após regulamentação, que ainda não foi feita pela gestão municipal. A lei municipal nº 17.261, de 13 de janeiro de 2020 proíbe estabelecimentos comerciais da cidade de São Paulo de fornecer aos […]

Fonte: ONU Br

De acordo com a Federação Internacional de Movimentos da Agricultura Orgânica, na África Oriental as exportações orgânicas crescerem de 4,6 milhões de dólares em 2002/03 para 35 milhões de dólares em 2009/10, e houve um aumento no rendimento das colheitas em Burundi, Quênia, Ruanda, Uganda e na Tanzânia.

No entanto, segundo destacou o relatório divulgado pela UNCTAD, em 16 países africanos 23% dos agricultores orgânicos, exportadores e especialistas disseram que o acesso ao financiamento se tornou mais restritivo nos últimos cinco anos; 64% dos entrevistados, por sua vez, relataram que a situação não tinha mudado, enquanto apenas 13% afirmaram que o acesso ao crédito havia melhorado.

A agricultura orgânica oferece uma importante e lucrativa oportunidade de exportação para a África, mas o acesso ao financiamento atualmente é mais difícil do que há cinco anos, advertiu um novo relatório sobre financiamento agrícola na região divulgado pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) no final de agosto.

De acordo com a Federação Internacional de Movimentos da Agricultura Orgânica, na África Oriental as exportações orgânicas crescerem de 4,6 milhões de dólares em 2002/03 para 35 milhões de dólares em 2009/10, e houve um aumento no rendimento das colheitas no Burundi, no Quênia, Ruanda, Uganda e na Tanzânia.

No entanto, segundo destacou o relatório divulgado pela UNCTAD, em 16 países africanos 23% dos agricultores orgânicos, exportadores e especialistas disseram que o acesso ao financiamento se tornou mais restritivo nos últimos cinco anos; 64% dos entrevistados, por sua vez, relataram que a situação não tinha mudado, enquanto apenas 13% afirmaram que o acesso ao crédito havia melhorado.

O relatório observou ainda que as áreas mais críticas em termos de necessidade extrema de financiamento são as de certificação de produtos, a de organização de pequenos agricultores em grupos de produção, de investimento em mercado e a de compra de equipamentos.

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o financiamento para o setor agrícola na África, de forma geral, sofreu pressão nos últimos anos, caindo para uma média de 2,7% dos orçamentos nacionais em 2013.

Isso aconteceu apesar do compromisso assumido pela União Africana, em 2003, de alocar 10% dos orçamentos nacionais para o setor. Além disso, a quota de crédito comercial disponibilizada para a agricultura na África caiu para uma média de 2,8% no mesmo ano, enquanto a média mundial é de 5,8%.

A variação do preço relativo dos produtos também é muito ampla. No caso dos orgânicos, a diferença de preço pode ser entre 10% a 100% maior do que a dos alimentos convencionais.

A UNCTAD constatou que as exportações orgânicas de café e de cacau são as que mais se beneficiam do financiamento na África, mas existe um enorme potencial de exportar colheitas orgânicas de abacaxi, manga, banana e até batata.

Segundo o estudo, a falta de garantias de crédito e a capacidade insuficiente dos bancos de integrar os detalhes da agricultura orgânica nos seus planos de financiamento são os principais obstáculos para os agricultores e exportadores africanos.

Diante da situação, a Conferência da ONU defende um esforço coordenado para melhorar a coleta de dados entre valores domésticos e internacionais de produtos orgânicos africanos, para que um melhor plano de negócios possa ser criado no continente.

srzz

 

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13/09/2016

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